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Ano Novo, vida nova: autoconhecimento é fundamental para iniciar novos projetos

Por Aline Campolina, 31/12/2019 às 12:22
atualizado em: 31/12/2019 às 12:24

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Foto: Pixabay/Divulgação
Pixabay/Divulgação

O início de um novo ano pode causar uma mistura de sentimentos em muitas pessoas. Há aquelas que preferem fazer uma reflexão dos momentos vividos durante o ciclo que se encerra, contabilizando o que foi concluído e o que ficou pelo caminho. Porém, há quem se importa mesmo em virar a página e já focar nos planos que serão colocados em prática na próxima temporada. Existem também aquelas pessoas que sofrem só de pensar em como será o ano que está por vir, com seus desafios e metas. Por isso, segundo especialistas, é importante, mais do que nunca, o autoconhecimento.

De acordo com Karima Martins, professora de Psicologia do Centro Universitário de Belo Horizonte (UNIBH), concentrar no que a pessoa fez ou viveu de bom durante o ano é fundamental. “Se a gente focar no que a gente não deu conta, a gente paralisa. Então, o ideal é que a gente faça uma reflexão pensando: ‘o que eu dei conta? O que eu consegui realizar?’ Isso dá sensação de prazer para que o ano que se inicia seja um ano com novos projetos”, explica.

Para quem pretende iniciar o ano com pequenas mudanças, como ir à academia, fazer uma dieta ou fazer uma caminhada diária, a psicóloga explica que primeiro é preciso ter a consciência e o conhecimento para entender o que é necessário mudar.

“Se a gente pensar em começar a frequentar uma academia, é preciso saber primeiro qual a proposta. A ideia de ter que mudar remete muito a obrigação. E, se a gente vai por essa condição da obrigação, a gente deixa o nosso desejo de lado. Então o ideal é buscar esse autoconhecimento, reconhecer os nossos limites e permitir fazermos as nossas escolhas, mas de acordo com o nosso tempo, com a nossa rotina e com a nossa demanda. O autorespeito é fundamental para a gente conseguir essas mudanças, principalmente desses novos hábitos”, detalha a professora.

De acordo com um estudo da Associação Americana de Psicologia (APA), nos Estados Unidos, 45% das pessoas que organizam resoluções de fim de ano desistem no começo do segundo mês, e apenas 19% permanecem com elas por dois anos.

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