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Kalil sobre reforma Previdência municipal: 'Se ela não acontecer, quebra Belo Horizonte'

Por Redação , 12/08/2020 às 09:34
atualizado em: 12/08/2020 às 11:20

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Foto: Rômulo Ávila/Itatiaia
Rômulo Ávila/Itatiaia

Se a reforma da Previdência de Belo Horizonte não for feita, o município vai quebrar. A avaliação é do prefeito Alexandre Kalil (PSD), que concedeu entrevista exclusiva à Itatiaia nesta quarta-feira.

Kalil reforçou que a reforma é uma obrigação imposta pelo governo federal. “Se ela não acontecer, quebra a cidade de Belo Horizonte. Então, nós não temos muito o que discutir. Essa reforma tem de ser feita por questões de financiamento, pagamentos de dívidas e tudo isso. Estão colocando no colo da Câmara de Vereadores e do prefeito um assunto federal”.

O prazo para envio da proposta foi prorrogado de julho para 30 de setembro. A mudança eleva de 11% para 14% a alíquota de contribuição dos funcionários públicos municipais presentes no Regime Próprio da Previdência de BH. Se aprovado, o novo percentual valerá, também, para os aposentados que ganham acima do teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), atualmente fixado em R$ 6.101,06.

A prefeitura calculava, em 2018, R$ 55,7 bilhões de rombo na Previdência da cidade. Em 2019, a administração municipal precisou desembolsar R$ 639 milhões extras para honrar os compromissos. Para 2020, a previsão é de um aporte ainda maior: R$ 821 milhões.

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