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Wadson Ribeiro defende realização de obras de infraestrutura pra aumentar emprego em BH

Pré-candidato à Prefeitura de Belo Horizonte diz que é preciso tirar o concreto dos rios e ribeirões da capital

Por Da Redação , 18/09/2020 às 21:43
atualizado em: 23/09/2020 às 10:08

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Foto: Jairo Chagas/PCdoB
Jairo Chagas/PCdoB

RESUMO

  • Wadson Ribeiro defende realização de obras de infraestrutura pra aumentar emprego em BH
  • Pré-candidato à Prefeitura de Belo Horizonte diz que é preciso tirar o concreto dos rios e ribeirões da capital 


O pré-candidato à Prefeitura de Belo Horizonte pelo PC do B, Wadson Ribeiro, vai apostar na modernização e em obras de infraestrutura para geração de emprego e renda na capital. Em uma possível gestão, o foco seria as obras da chuva, visando a retirada dos "concretos dos rios e ribeirões da cidade". 
 
“Nosso objetivo principal é ter um programa de atrativos para a capital. Belo Horizonte tem perdido espaço em relação a outras capitais porque aqui não tem grandes obras. Ou seja, se não tem obras de infraestrutura, não tem aquecimento do mercado de trabalho. Isso faz com que o desemprego aumente e que a população de moradores de rua aumente também”, afirmou.

Em entrevista concedida à repórter Edilene Lopes, na noite desta sexta-feira (18), na live do canal da Itatiaia no Youtube, Ribeiro garantiu que as principais obras vão ter como foco sanar os problemas da chuva. “Precisamos encarar a modernização da infraestrutura da cidade para se adaptar a realidade. Belo Horizonte é uma cidade concretada. Os rios, nascentes e córregos estão concretados. Então, precisamos de obras que levem em conta as moradias de risco e as áreas de alagamento. Essas são obras prioritárias e que Belo Horizonte não realizou no último período”, afirmou. 

Questionado como seria essas obras de modernização para sanar os problemas da chuva, o pré-candidato diz que a intenção é “retirar o concreto dos rios e ribeirões das cidade”.  “Eu quero tirar o concreto de Belo Horizonte. Só que a gente não vai fazer isso da noite para o dia. Nós precisamos ter um programa para que isso se dê”, afirmou o Ribeiro.

Para a realização dessas obras, o pré-candidato diz que aposta em empréstimos com bancos nacionais e internacionais. “Belo Horizonte tem uma margem de endividamento que é bastante significativa. Se isso for feito de modo racional, usando esse endividamento para o bom empreendimento, que é aquele que gera emprego e retorna para a economia da cidade, eu não vou estar endividando a cidade. Eu vou estar fazendo a máquina da economia girar. O problema é que a visão hoje é que é errado as prefeituras contraírem um empréstimo para fazer obras. Eu quero mudar essa lógica”, explica. 

Questionado se tem que pegar um empréstimo para investir nas obras públicas, o pré-candidato diz que há outras oportunidades também. “Não só o empréstimo. Nós temos outros mecanismos, como os das obras paradas. Nesse caso, temos um mecanismo junto ao governo federal. Mas não é um pecado um financiamento junto a bancos nacionais e internacionais para execução de obras importantes. Na semana passada, visitei o córrego da Vila Pinho, no Barreiro. Isso não é obra que se faz com recurso da prefeitura. Essa obra demanda financiamento internacional”, argumenta. 

Ao ser questionado ainda se pretende manter um diálogo com o presidente da República, uma vez que estão em polos distintos, Wadson Ribeiro, diz que vai manter o relacionamento com o governo federal. “Ideologicamente, eu discordo do presidente Jair Bolsonaro. Como prefeito, é preciso ter uma postura adulta, madura e sadia independente dos partidos em que estamos”, afirma. 

Sobre a educação, o pré-candidato garante que vai investir em educação infantil. “A minha principal proposta é zerar a fila de cinco mil crianças que estão esperando uma vaga na educação infantil. Eu quero construir creches para que as mães tenham oportunidade de acessar o mercado de trabalho. Se conseguirmos zerar esse déficit, eu quero ampliar pelo menos um modelo de creche noturna em cada regional de BH”, prometeu.

Já sobre a segurança pública, Ribeiro diz que não quer que a Guarda Civil de Belo Horizonte seja uma mini Polícia Militar. “Nós não queremos que a Guarda Civil de Belo Horizonte seja uma mini Polícia Militar. Eu quero que a corporação tenha uma interlocução com a sociedade. Além disso, quero que ela ajude a resolver os problemas da sociedade. Quero criar uma academia para a Guarda Municipal, com princípios de direitos humanos, de tolerância e saber conviver com diferenças”, garante. 

Veja a entrevista completa:

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